Meu Filho, Meu Tesouro


15/11/2009


Amor sem apego

 

           

           

            Amar nossos familiares, nossos amigos, nossa casa, nossos objetos, torna-se saudável, quando não fazemos de tal amor uma escravidão. Amar sem apego, é capacidade das mais difíceis, porém necessária.

            Quantos jovens, incapazes de seguir seu rumo em direção às suas metas, devido ao apego aos pais, aos parceiros, preferem marcar passo na rua da vida... fincam pé no local em que nasceram e recusam-se a aceitar realidades, que, de repente, chegam sem avisar.

            Muitas vezes, surpresas nada agradáveis visitam nossas vidas e exigem decisões que jamais pensaríamos ter que tomar. A coragem, nestas ocasiões, deve prevalecer. O fato de sabermos que a distância não extingue o amor, ao contrário, possui o poder de reavivar elos agradáveis, auxilia-nos a colocar os pés fora do ninho.

            As mães, muitas vezes, ao exercerem um controle ferrenho na vida dos filhos, corroboram para que os mesmos não amadureçam emocionalmente. E assim, eles relutam em partir... não são capazes de compreender que a distância, muitas vezes, é a oportunidade para desabrochar e aprofundar conhecimentos.

            A vida de tantos, será mais fácil e vitoriosa, quando o cordão umbilical for cortado.

            Mães, preparem seus filhos para a vida. Se eles forem, desde pequenos, orientados a cuidar de seus pertences, a ajudar na cozinha, a colaborar na prestação de pequenos favores, o futuro será para eles, caminho a ser desbravado com positividade.

            Preparem seus filhos para serem felizes e não cativos do amor que prende.

            As avezinhas tratam dos filhotes durante um certo tempo... e depois, elas os estimulam a cruzar os ares, em busca de vida independente.

            Façam assim com seus filhos, e terão o prazer de ver a felicidade caminhando bem junto deles.

 

               Maria Nilceia

              

            Imagem: www.usinadeimagem.com.br

            

        

Escrito por Gaivota da Paz às 15h19
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21/10/2009


Separação Consciente

 

 

Separação “consciente” é quando os cônjuges, por motivos conhecidos a fundo somente por eles, separam-se, e as atitudes subsequentes dos casais desfeitos revestem-se de “maturidade e de responsabilidade”.

O que temos observado, no entanto, é que escasseia quem assim age. Fica para trás aquela que deveria ser a prioridade: a existência dos filhos.

Certo é que temos pais que tanto deixam a desejar, que abandonam os filhos, que não suprem suas necessidades emocionais e materiais, mas certo é também que proliferam mães sem noção de sensatez. A mãe é figura primordial na existência de um filho. Ela pode encaminhá-lo, mas pode também desvirtuá-lo.

O pior fato que pode ocorrer na vida de uma criança, é ter uma mãe ardilosa, arrogante, maldosa. Uma mãe assim, induz o filho a estar sempre contra o pai, mesmo que ele seja trabalhador, honesto, responsável, mesmo que seja presente e atuante na vida dos filhos.

Ela, por não aceitar suas próprias falhas, baseadas em omissões nascidas na falta de amor, usa o filho para atingir o pai. O filho, que passa a enxergar a mãe como uma protetora em potencial, não percebe que está sendo “usado”, e com o passar do tempo, adquire um modo deformado de analisar os fatos. Tende a enxergar o pai como alguém faltoso e descumpridor dos deveres.

Muitas vezes, a guerra empreendida pela mãe contra o pai é tanta, que a criança acaba ficando vulnerável a determinadas doenças. Casos tristes temos visto. Um exemplo verdadeiro: Mariana (nome fictício) tanto viveu sob tensão emocional quando o pai ia buscá-la para passar os fins de semana com ele, que acabou sendo vítima de diabetes emocional. A insulina tem que ser diária. Sua idade: dez anos! Era um verdadeiro terror, se o pai atrasava cinco minutos para levar Mariana de volta. Ameaças... gritos. Mariana vendo tudo, e o pior, sofrendo impactos emocionais.

Episódios se repetem de crianças vítimas da fúria avassaladora das mães, obstinadas em destruir aqueles que foram seus maridos. Óbvio que o futuro das crianças tende a ser de decisões funestas, ou seja, adolescentes revoltados e vulneráveis ao uso do álcool, maconha, cocaína e outros tantos vícios. É a fuga, buscando, infelizmente, caminhos de desgraças e infelicidades. 

Ínfima é a porcentagem de mães que atua com equilíbrio diante de uma separação.

Sejam abençoadas as mães que agem pensando no bem-estar de seus filhos, e não em sua sede de ver a infelicidade do ex-marido. Sejam abençoados os pais que prosseguem sua vida na doação de amor e de orientação aos filhos.

 

    Kaimah Hawa

Escrito por Gaivota da Paz às 09h25
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18/10/2009


Três Verdades

 

 

Existem três verdades que não podemos olvidar:

 

-o orgulho e o egoísmo são duas pragas que promovem a miséria humana. Enquanto essas pragas não forem eliminadas, existirão confrontos e desequilíbrio. É preciso não deixar que se expandam nos corações infantis;

 

-toda criança é bastante influenciável e corre o risco de crescer adversa à educação, se não contar com a maturidade dos pais;

 

-sendo os pais os primeiros educadores dos filhos, devem ser instruídos e cumpridores de seus deveres.

 

Livro: Pais Conscientes, Filhos Felizes – Maria Nilceia – Editora DPL

Escrito por Gaivota da Paz às 09h16
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17/10/2009


Anjos Protetores de Animais

Você quer que seu filho seja um homem de valor?

Ensine-o então a respeitar os animais. Explique-lhe que eles são vulneráveis ao sofrimento e sentem dor. Crianças existem que os maltratam, porque os adultos não lhes ensinam que eles necessitam de proteção e amor.

Na Terra existem anjos, os quais felizmente protegem os animais.

Telma é um anjo que salvou um gatinho das mãos de meninos malvados que o jogavam contra um muro. Colocou o animalzinho em sua bolsa até o fim do expediente e cuidou dele com afeto enquanto ele viveu.

Eduardo é outro anjo. Compadeceu-se de um cãozinho sem raça, repleto de sarna. Enquanto todos o espantavam, negando-lhe comida, ele pagou uma consulta no veterinário e mediante os procedimentos sugeridos, ele curou o cão, que viveu em sua companhia durante 15 anos.

Nilson viveu toda sua vida andando pelas ruas e jogando alimento aos pássaros. Hoje, esse anjo mora no Céu. As aves sentem sua falta.

Cecília cuidou de animais acidentados. Curou-lhes as feridas, operou-os e alimentou-os. Por suas mãos nenhuma vida se perdeu.

Ana Flávia, brincando na calçada, deparou-se com duas gatinhas abandonadas. Colocou uma em cada ombro, acomodou-as em sua casa e elas se tornaram amigas de seu cãozinho.

Luiz Otávio encontrou um gatinho doente, pestilento e compadeceu-se. Sua mãe e seu pai aceitaram o gatinho em casa e trataram dele com carinho. Morreu cercado de amor e de alimento.

Que todos repensem... não se concebe uma nova era com homens abrutalhados e malvados.

 

             Maria Nilceia

 

                 Imagem: CD Gotas de Cristal   cdcrystal@gmail.com

Escrito por Gaivota da Paz às 14h45
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